segredodeamor


terça-feira, setembro 18, 2007

Memórias do Futuro (4)
Uma viagem de avião do Funchal para Lisboa. Onde combinámos matar um bezerro. Onde o que mais conversámos foi precisamente o que não dissémos.

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Memórias do Futuro (3)
Foi em Setembro também que contra o mundo todo, em segredo, relampagávamos pingando em suor e em silêncio clandestino a química que nos domina.

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Memórias do Futuro (2)
Quando a auto-estrada passou a ser a nossa amiga secreta. Era Setembro e chovia. É preciso chover sempre antes do Sol brilhar?

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Memórias do Futuro (1)
A janela estava aberta. Os cortinados voavam livres pelas ruas. Nós também. Sem sequer repararmos na liberdade com que nos podiam ver livremente enquanto em liberdade ausente voávamos livremente entre quatro paredes. Um sonho que demorou quatro anos a acontecer. Por entre vulcões, planícies, escaladas vertiginosas, dúvidas, certezas. Uma história verdadeira de amor impossível que se tornou verdadeiro. Tanto como a história.

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