domingo, dezembro 30, 2007

De cada vez que penso na próxima vez que farei amor contigo prometo a mim mesmo que vou deleitar-te calmamente com o prazer que me dás. Tentar aprisionar as sensações no tempo dos corpos. Capturar o prazer numa redoma de sensação infinita. O problema é que quando começamos, esse projecto dissolve-se no fogo imparável que me possui.